| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 30.765,00 |
| Dez/25 | R$ 30.323,00 |
| Nov/25 | R$ 30.369,00 |
| Out/25 | R$ 29.440,00 |
| Set/25 | R$ 28.431,00 |
| Ago/25 | R$ 27.421,00 |
| Jul/25 | R$ 26.390,00 |
| Jun/25 | R$ 26.929,00 |
| Mai/25 | R$ 26.983,00 |
| Abr/25 | R$ 26.320,00 |
| Mar/25 | R$ 25.020,00 |
| Fev/25 | R$ 25.036,00 |
Guia completo para entender a Tabela FIPE aplicada à Yamaha V-Max 1200 (1991) e suas implicações para seguros
Introdução: por que a Tabela FIPE importa para motos históricas como a V-Max 1991
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para medir o valor de mercado de veículos usados, incluindo motocicletas. Ela funciona como uma base padronizada que facilita a comunicação entre comprador, vendedor e seguradora. No caso de motos clássicas como a Yamaha V-Max 1200, ano 1991, a leitura da FIPE pode ser mais desafiadora porque o mercado de veículos veteranos nem sempre segue padrões uniformes. Ainda assim, entender como essa tabela funciona ajuda o segurado a ter uma visão mais clara sobre o que a seguradora pode considerar ao estabelecer o capital segurado, as condições de cobertura e as premissas de indenização, especialmente quando o veículo apresenta características de colecionador ou modificações relevantes. Este guia explora o funcionamento da FIPE, apresenta uma ficha técnica da Yamaha V-Max 1200 (1991) para contextualizar o tema e aponta boas práticas para quem busca seguros mais adequados para motos históricas.
Ficha técnica resumida da Yamaha V-Max 1200 (1991)
A Yamaha V-Max 1200, lançada na linha de anos recentes da década de 1980 e início dos anos 1990, tornou-se icônica por combinar cruzeness com desempenho de alta rotação. A seguir, uma ficha técnica resumida para o modelo de 1991, com foco naquilo que costuma influenciar a avaliação de seguros e o enquadramento na FIPE. Observação: valores exatos podem variar conforme o lote, condições de conservação e documentação.

- Cilindrada e motor: 1.198 cm³; configuração em V4; alimentação por carburadores.
- Transmissão: 5 velocidades; embreagem tradicional de acionamento por cabo/banha comum em motos da época.
- Desempenho: potência estimada em patamares de alto torque para a faixa de uso urbano e rodoviário; curva de torque generosa que favorece retomadas em rotações médias.
- Suspensão e freios: garfo dianteiro telescópico; sistema de suspensão traseiro com monoamortecedor; freios a disco duplos na dianteira e disco único na traseira.
Como a FIPE classifica e atualiza os valores de referência
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) coleta dados de transações, anúncios de venda e movimentação de mercado para calcular uma média de valores de referência. Esses números não representam uma cotação de venda real nem garantem preço de indenização, mas servem como referência para seguradoras, concessionárias e compradores. No universo das motos clássicas, como a V-Max 1200 de 1991, a leitura da FIPE pode ser influenciada por fatores como originalidade, estado de conservação, histórico de manutenções e disponibilidade de modelos equivalentes no mercado de peças ou restauros. Em muitos casos, seguradoras utilizam a FIPE como ponto de partida, agregando ajustes com base na condição real do veículo e em documentos que comprovem a origem e a regularidade da motocicleta.
Relação entre FIPE, valor de reposição e capital segurado
É comum que o valor de referência FIPE sirva como base para a determinação do capital segurado em seguros de casco. Contudo, para motos clássicas, é prática comum que o segurado possa optar por diferentes cenários de cobertura. Alguns pontos relevantes incluem:
- Avaliação do estado de conservação: veículos originais, sem modificações ou com modificações documentadas podem ter ajuste positivo no capital segurado.
- Histórico de manutenções: manutenções registradas em service books e notas fiscais ajudam a sustentar o valor de referência, principalmente em modelos raros ou com poucas unidades disponíveis.
Além disso, a FIPE pode servir como referência para planos de cobertura específicos — como proteção por roubo, colisão, incêndio e assistência — desde que o contrato seja ajustado pela seguradora de forma a refletir o perfil de uso da moto, o histórico de sinistros e o ambiente de guarda (garagem, exposição a intempéries, etc.). Em motos clássicas, alguns seguradores também podem considerar avaliações independentes ou perícias para confirmar se o valor negociado é condizente com o estado atual do veículo e com o mercado de peças originais.
A marca Yamaha e seu papel na percepção de risco e seguros
A Yamaha é uma das fabricantes mais reconhecidas no segmento de motocicletas, com uma trajetória marcada por inovação, confiabilidade e uma ampla linha que atende desde o uso diário até performances especiais. Para seguradoras, a reputação da marca costuma influenciar a percepção de risco de forma indireta: veículos associados a uma marca com histórico de qualidade tendem a apresentar menores índices de falha mecânica ou desgaste prematuro, quando bem mantidos. No entanto, motos históricas como a Yamaha V-Max 1200 de 1991 exigem atenção extra: a disponibilidade de peças originais pode impactar o custo e o tempo de restituição em caso de sinistro, bem como a viabilidade de reparos com componentes de fábrica. Além disso, o valor sentimental e a raridade de certas unidades podem justificar ajustes no capital segurado ou em coberturas adicionais para peças originais, nos casos em que o modelo seja considerado parte da história da marca no Brasil.
Fatores que influenciam a leitura da FIPE para motos clássicas
Para motos como a V-Max 1991, a leitura da FIPE não depende apenas do ano e do modelo. Alguns fatores que costumam influenciar a leitura do valor de referência incluem:
- Estado de conservação: motocicletas bem conservadas com atingimento de padrões originais tendem a apresentar variação positiva no valor de referência comparado a unidades em condição ruim.
- Originalidade versus modificações: originais ou com modificações documentadas (pautadas em peças compatíveis com a linha original) podem impactar o seu posicionamento na FIPE, para melhor ou para pior, conforme o mercado percebe o conjunto.
- Quilometragem e uso real: veículos com histórico de uso moderado e documentação de manutenção geralmente são vistos com melhor aceitabilidade pelas seguradoras.
- Disponibilidade de peças e assistência técnica: a facilidade de obtenção de peças originais ou compatíveis pode reduzir o tempo de reparo e o custo, influenciando a avaliação de risco pela seguradora.
Boas práticas para seguros de motos clássicas como a Yamaha V-Max 1200 (1991)
Segurar uma moto histórica envolve um conjunto de boas práticas que ajudam a manter o equilíbrio entre proteção adequada e custos de apólice. Abaixo seguem orientações úteis que costumam ser valorizadas pelas seguradoras:
- Manter documentação completa: guias de manutenção, notas fiscais, comprovantes de origem e histórico de proprietário ajudam a comprovar a autenticidade e o cuidado com o veículo.
- Guardá-la adequadamente: uma garagem com proteção contra intempéries e furto aumenta a segurança do veículo e reduz o risco de sinistros relacionados à exposição ambiental.
- Realizar vistorias periódicas: manter uma agenda de inspeções técnicas e revisões regulares mostra responsabilidade do proprietário na preservação da moto.
- Documentar modificações com critérios: caso existam modificações — mesmo que estéticas —, manter documentação técnica e consistência com o uso pretendido facilita a aceitação pela seguradora na hora da contratação.
Como fazer uma cotação de seguro para a Yamaha V-Max 1200 (1991) com foco em motos históricas
Ao solicitar uma cotação para uma moto clássica, é recomendado apresentar informações claras sobre o estado geral, histórico de manutenção, documentação de procedência e o objetivo da proteção. A seguradora, ao analisar a FIPE e o perfil do veículo, poderá propor coberturas específicas para cobrir danos a casco, terceiros, proteção contra roubo, incêndio, assistência 24 horas e opções de franquias compatíveis com o uso pretendido. Mesmo que o preço não seja fornecido neste espaço, a leitura cuidadosa dos itens da apólice ajuda a alinhá-la com o real valor de mercado e com os seus objetivos de proteção.
Para quem busca segurança com foco em veículos históricos, é fundamental entender que a FIPE é uma referência dinâmica: o valor pode oscilar conforme o mercado, as condições do exemplar e a disponibilidade de peças originais. Esse entendimento facilita decisões mais conscientes sobre o capital segurado, as coberturas necessárias e as franquias ideais, evitando sub ou superproteção. Ao planejar sua cobertura, considere o equilíbrio entre custo da apólice e o nível de proteção desejado, especialmente para itens de reposição e reparos que podem ter prazos menores ou maiores de acordo com a disponibilidade de peças originais no mercado.
Se você está buscando orientações personalizadas para a Yamaha V-Max 1200 (1991) ou outro modelo clássico, vale considerar uma avaliação especializada que leve em conta o conjunto de fatores descritos acima. Acreditamos que a proteção adequada nasce da combinação entre o conhecimento técnico, as particularidades do veículo e uma leitura cuidadosa da FIPE como referência de mercado.
Para quem busca segurança com um custo adequado, considere fazer uma cotação com a GT Seguros.
