| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 63.211,00 |
| Dez/25 | R$ 62.667,00 |
| Nov/25 | R$ 62.438,00 |
| Out/25 | R$ 62.589,00 |
| Set/25 | R$ 62.790,00 |
| Ago/25 | R$ 62.179,00 |
| Jul/25 | R$ 60.860,00 |
| Jun/25 | R$ 62.522,00 |
| Mai/25 | R$ 62.896,00 |
| Abr/25 | R$ 63.822,00 |
| Mar/25 | R$ 64.990,00 |
| Fev/25 | R$ 65.030,00 |
Entenda como a Tabela FIPE embasa o seguro da Yamaha XT 1200 Z Super Ténéré / DX 2018
O papel da Tabela FIPE no cálculo de seguro para motos
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é um riferimento nacional utilizado por seguradoras para estimar o valor de reposição ou de indenização de veículos usados. No universo das motos, especialmente em modelos de turismo e aventura como a Yamaha XT 1200 Z Super Ténéré e a DX 2018, o valorFIPE funciona como base para apoiar a avaliação do que a seguradora considera como valor segurável. Esse parâmetro não representa o preço de venda ou o preço de ocasião de qualquer unidade específica; ele reflete uma média de mercado, calculada com base em anúncios, transações reais e outros dados observados ao longo do tempo. Por isso, ele pode oscilar mensalmente, conforme as condições do mercado e a influência de fatores sazonais, de disponibilidade de peças e de demanda por esse tipo de motocicleta.
Compreender esse mecanismo ajuda o proprietário, o corretor de seguros e o consumidor a ter clareza sobre como o seguro é estruturado: o prêmio pago, a franquia, a indenização em caso de sinistro e a escolha entre coberturas à parte ou cobrindo o valor de reposição integral. Além disso, é importante frisar que, em muitos casos, o segurado pode optar por adesões adicionais — como proteção de acessórios, assistência 24 horas, ou apólices com valor de mercado ou de reposição — e que a escolha da base FIPE pode impactar o custo final do seguro, ainda que não haja uma relação direta única com o preço pago pelo veículo no momento da aquisição.

Para o tomador de seguro, entender a lógica da FIPE facilita também a negociação com a corretora e a seguradora, principalmente ao discutir limites de cobertura, franquias e opções de seguridade adicional. Em termos práticos, é comum que as seguradoras utilizem o valor FIPE como referência principal para composição do prêmio, enquanto outras variáveis, como histórico de sinistros, perfil de uso, local de circulação, quilometragem e equipamentos de série, também influenciam a tarifa final. Dessa forma, conhecer o mecanismo ajuda a alinhar expectativas, planejar o orçamento e escolher a cobertura mais adequada ao uso da Yamaha XT 1200 Z, seja para viagens longas, deslocamentos diários ou aventuras com paradas em estradas diversas.
Ficha técnica da Yamaha XT 1200 Z Super Ténéré / DX 2018
A Yamaha XT 1200 Z é reconhecida no segmento de motos de aventura por combinar robustez de longo alcance com conforto para percursos desafiadores. Em 2018, as versões Super Ténéré (Z) e DX mantinham uma base comum, com diferenciais de equipamento que impactam a experiência de pilotagem e, por consequência, a avaliação para seguro. A seguir, uma ficha técnica resumida, organizada para facilitar a comparação entre especificações relevantes para o uso, a manutenção e a segurabilidade.
- Motorização e alimentação: motor de 1.199 cm³, duas cilindros em linha, 4 tempos, configuração DOHC com 8 válvulas, injeção eletrônica e refrigeração líquida. Desempenho voltado para turismo de longa distância, com torque disponível em faixas de rotação adequadas a carga de viagem.
- Transmissão e embreagem: transmissão de 6 marchas, acionamento pela embreagem hidráulica em alguns mercados, com final de transmissão por corrente. Projetada para confiabilidade em trechos de alta velocidade e variações de terreno.
- Performance e dinâmica: potência aproximada em torno de 110 cavalos de potência (valor referente a estimativas de fábrica para a versão 2018) com torque significativo para condução estável em estradas longas. Aceleração consistente e boa retomada ajudam em ultrapassagens com carga de bagagem.
- Capacidade de combustível: tanque com capacidade de combustível costuma fixar-se próximo de 23 litros, oferecendo autonomia relevante para viagens longas sem necessidade de paradas frequentes para reabastecimento.
- Dimensões, peso e ergonomia: desenho voltado para uso em estrada e trilha leve, com assento que privilegia conforto de piloto e garupa em distâncias maiores. O peso em ordem de marcha é compatível com a categoria de aventura, proporcionando estabilidade em curvas e ao enfrentar terrenos irregulares. A altura do assento e a posição de condução são ajustáveis entre faixas que atendem diferentes estaturas.
- Suspensão e freios: sistema de suspensão dianteira com garfo robusto, suspensão traseira em monoshock com ajustes para carga de bagagem. Freios em discos com sistema de ABS em boa parte dos modelos 2018, o que oferece maior segurança em frenagens de emergência ou em pisos deslizantes.
- Equipamentos e proteção: itens de série focados na aventura incluem proteção de motor, rack traseiro, para-brisa de boa altura, painel com informações básicas de viagem e, em muitas versões, controle de tração e modos de pilotagem. A DX e a Z podem trazer variações em equipamentos adicionais, como maletas, tomada 12V, iluminação suplementar e ajustes de suspensão.
- Capacidade de carga e conforto: suportes, bagageiros e opções de bagagem externa ajudam a distribuir o peso de acessórios, o que é relevante para seguros que consideram itens de valor agregado na motocicleta.
Notas importantes sobre a ficha técnica: os dados acima referem-se a edições do modelo 2018, com variações entre as versões Super Ténéré (Z) e DX. Pequenos ajustes de mercado, aceitação de peças e configuração de componentes podem ocorrer conforme o país de comercialização. Para fins de seguro, os atributos que realmente impactam o prêmio costumam estar vinculados à motorização, ao tipo de suspensão, ao sistema de freios (com ou sem ABS) e ao conjunto de acessórios originais, além do histórico de sinistros do proprietário.
DX vs Z 2018: diferenças relevantes para o seguro
As versões Yamaha XT 1200 Z Super Ténéré (às vezes chamada apenas de Z) e DX compartilham a essência de uma moto de aventura de grande porte, mas apresentam diferenças que podem influenciar a segurabilidade e o custo do seguro. Abaixo, pontos-chave com foco em aspectos que costumam contar na apólice.
- Equipamentos de série: a versão Z pode privilegiar componentes voltados para desempenho e conforto em viagens longas, enquanto a DX pode trazer maletes, proteções adicionais e itens de conveniência que elevam o valor da motocicleta segurada.
- ABS e assistências de condução: em muitos mercados, o ABS é item de série ou opcional; a presença ou ausência dele impacta a classificação de risco e, consequentemente, o prêmio. Versões com ABS tendem a ter apólices mais agressivas quanto à proteção sobre quedas e frenagens bruscas.
- Ergonomia e especificações de piloto: ajustes de altura de assento, posição de guidão e tela de proteção podem influenciar o uso diário e, por consequência, a formulação de riscos pela seguradora. Viagens de longo curso costumam exigir maior atenção à proteção de motor e componentes de proteção.
- Acessórios originais: maletas, protetores de motor, tomadas de energia e sistemas auxiliares elevam o valor segurável. A inclusão de acessórios originais, quando mantidos pela garantia, é comum que impacte o valor de reposição utilizado pela seguradora.
- Histórico de uso: motos usadas para turismo extremo ou trilha leve podem apresentar desgaste diferenciado, o que influencia a avaliação de risco. O tempo de uso, quilometragem anual e a periodicidade de revisões influenciam o custo do seguro.
- Profil de condução: o perfil do condutor (percurso urbano, viagens semanais, uso em estrada) é um componente relevante. Seguradoras costumam levar em conta o trajeto típico, a frequência de deslocamento e o uso de turismo de aventura.
Como a FIPE influencia o valor segurável e o custo do seguro
Ao planejar a apólice para uma Yamaha XT 1200 Z, a FIPE passa a funcionar como referência de valor de reposição. Esse valor pode definir, entre outros itens, o montante que a seguradora indenizará em caso de sinistro total ou a base para calcular a cobertura de terceiros e colisões. Importante: o valor FIPE nem sempre é o único determinante. A seguradora pode considerar o valor de mercado atual, o valor de reposição original ou a soma de itens adicionais e acessórios instalados na motocicleta. Por isso, é comum encontrar diferentes opções de cobertura:
- Indenização baseada na FIPE: a avaliação segue o parâmetro oficial mensal da tabela FIPE, com atualização periódica. Isso ajuda a manter a transparência, especialmente quando não há sinistro.
- Indenização por valor de mercado: a seguradora pode pagar com base no valor de mercado efetivo, levando em conta o estado de conservação, a quilometragem e a presença de acessórios adicionais.
- Indenização por reposição: quando disponível, a apólice cobre a reposição por uma moto equivalente, de acordo com o que estiver coberto pela linha de produtos da seguradora.
- Impactos indiretos: além da indenização, a FIPE influencia o valor do prêmio, o nível de franquia, e a possibilidade de adesão a coberturas adicionais, que podem melhorar a proteção em cenários de roubo, colisão ou danos a terceiros.
- Liquidez de recobro: em situações de sinistro, a reputação da base FIPE facilita a mediação entre a seguradora, a corretora e o segurado para chegar a uma solução de maior previsibilidade.
Dicas para melhorar a elegibilidade e reduzir custos do seguro da XT 1200 Z
Para quem possui a Yamaha XT 1200 Z, algumas atitudes simples podem influenciar positivamente a tarifação do seguro. Abaixo, sugestões práticas, com foco em educação, prevenção e organização documental.
- Manter o cadastro atualizado: atualize informações sobre uso, local de guarda, quilometragem média anual e histórico de manutenções. Dados consistentes ajudam a calibrar o risco.
