Valor FIPE Atual
R$ 11.674,00
↑ 0,3% vs mês anterior
FIPE: 827059-7
Ano: 2008-1
MêsPreço
Mar/26R$ 11.674,00
Fev/26R$ 11.644,00
Jan/26R$ 11.849,00
Dez/25R$ 11.666,00
Nov/25R$ 11.507,00
Out/25R$ 11.648,00
Set/25R$ 11.732,00
Ago/25R$ 11.989,00
Jul/25R$ 12.203,00
Jun/25R$ 12.209,00
Mai/25R$ 12.112,00
Abr/25R$ 12.114,00

Visão geral da Yamaha XTZ 250 Lander 2008: ficha técnica, uso e considerações para o seguro

Ao tratar da Tabela FIPE referente à Yamaha XTZ 250 Lander 2008 nas versões LandER 249cc e LandER BlueFlex/ABS, é importante compreender não apenas o valor de mercado indicado pela consulta, mas também o contexto técnico e o perfil de uso da motocicleta. Este texto aborda a ficha técnica, o posicionamento da marca, o comportamento em diferentes situações de pilotagem e os fatores que costumam influenciar a avaliação de seguro. Observação relevante: os dados de preço não estão incluídos neste artigo, pois o preço do veículo será inserido automaticamente no topo do post. O objetivo aqui é oferecer uma visão educativa sobre o modelo para orientar decisões de compra, uso responsável e proteção veicular.

Sobre a Yamaha: tradição, inovação e presença no segmento dual‑sport

A Yamaha é uma das marcas japonesas mais reconhecidas no mundo das motocicletas, com uma história que mescla tradição, tecnologia e foco no usuário. No Brasil, a linha XTZ consolidou-se como referência para quem busca versatilidade entre uso urbano, estrada de terra e aventuras leves. O posicionamento da Yamaha nesse nicho combina robustez, confiabilidade mecânica e disponibilidade de assistência técnica, fatores que pesam tanto na experiência de pilotagem quanto na decisão de contratação de seguro. Além disso, a rede de concessionárias e o atendimento técnico facilitam manutenções periódicas, revisões e eventuais reparos, aspectos que influenciam diretamente a curva de custo de posse ao longo dos anos.

Tabela FIPE YAMAHA XTZ 250 LANDER 249cc/LANDER BLUEFLEX/ABS 2008

Ficha técnica resumida da XTZ 250 Lander 2008

  • Cilindrada e motor: 249 cm³, motor 4 tempos, monocilíndro, arrefecido a ar (configuração típica desta linha na época)
  • Sistema de alimentação, câmbio e transmissão: carburador; transmissão de 5 velocidades; acionamento por corrente
  • Suspensão e freios: garfo telescópico dianteiro; monoamortecedor traseiro; freio dianteiro disco (com versão ABS na linha BlueFlex/ABS) e freio traseiro tambor na configuração padrão
  • Tanque, peso e dimensões relevantes: tanque de combustível com capacidade aproximada de 12 litros; peso em ordem de marcha estimado em torno de 150 kg (valores podem variar conforme versão e componentes instalados)

A versão LandER BlueFlex/ABS, introduzida para ampliar opção de combustível e acionar o sistema de frenagem com ABS, representa um marco de segurança adicional para quem roda em vias com irregularidades ou tráfego urbano mais intenso. A presença do ABS tende a alterar o comportamento de frenagem, reduzindo o risco de travamento das rodas em situações de frenagem emergencial, especialmente em pisos escorregadiços. Já a versão padrão, com freio dianteiro a disco e traseiro tradicional, continua sendo uma opção confiável para quem busca simplicidade, facilidade de manutenção e custo mais contido.

Desempenho, conforto e uso prático no dia a dia

A XTZ 250 Lander 2008 apresenta uma proposta de uso versátil, adequada para quem trafega entre cidade e estradas vicinais. O conjunto motor-câmbio oferece entrega de torque adequado em faixas baixas e médias, o que facilita retomadas em trânsito urbano, subidas leves e deslocamentos moderados sem exigir aceleração constante em altas rotações. O assento da Lander costuma favorecer a pilotagem em percursos mais longos, com uma posição de condução que permite boa visibilidade, alcance de pedais com ergonomia amigável e controle intuitivo, mesmo para motociclistas com experiência intermediária.

Quanto aos aspectos de conforto, a suspensão dianteira com garfo telescópico e a traseira com sistema de amortecimento proporcionam absorção de irregularidades comuns em vias brasileiras, contribuindo para a estabilidade em velocidades moderadas. Em termos de consumo, a moto tende a apresentar bom equilíbrio entre desempenho e economia, especialmente em trechos urbanos com paradas frequentes, desde que o motorista adote hábitos de pilotagem suave, uso adequado de marchas e manutenção regular do veículo. A configuração “BlueFlex” indica uma pegada de uso que pode ser integrada a qualquer tipo de combustível disponível, o que facilita a operação em diferentes regiões e postos.

Para quem pensa em aventura leve ou uso misto, a XTZ 250 Lander oferece a vantagem de uma geometria de condução estável, permitindo manobras com menos esforço em perímetros urbanos e uma boa sensação de controle em estrada de terra ou vias com menos pavimento. Entretanto, a moto não é voltada para alta velocidade absoluta ou competições; seu ponto forte é a confiabilidade, o desempenho previsível em baixa e média rpm, e a capacidade de percorrer trechos variados com conforto relativo.

Avaliação pela Tabela FIPE e o impacto no seguro

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para o valor médio de reposição de veículos usados. Quando a seguradora utiliza a FIPE para precificar um seguro, o valor de referência serve como base para calcular a cobertura de danos totais, de roubo/furto e, por consequência, o prêmio da apólice. No caso da Yamaha XTZ 250 Lander 2008, o valor estimado pela FIPE ajuda a definir quanto seria necessário para reconstrução ou reparo, influenciando diretamente a concentração do risco para a seguradora e, logicamente, o custo do seguro.

Além da referência do FIPE, há outros fatores que as seguradoras consideram ao calcular o prêmio. O estado de conservação da moto (carros de showroom, conservação regular ou necessidade de reparos), o histórico de sinistros do proprietário, a região de circulação (zonas com maior incidência de roubo ou acidentes), o uso diário (trabalho, lazer, deslocamento curto) e a presença de dispositivos de segurança (alarmas, ignição protegida, trancas adicionais) costumam impactar o valor final da apólice. A combinação desses elementos, com o valor de referência FIPE, orienta a cotação e o tipo de cobertura oferecida (completo, compreensivo, apenas contra terceiros etc.).

Para quem utiliza esse modelo de motocicleta como meio de transporte principal ou como veículo de lazer, compreender a relação entre o valor de mercado, o risco de sinistro e a proteção contratada é essencial para evitar lacunas de cobertura ou surpresas no momento de acionar a seguradora. Em relação às versões BlueFlex/ABS, o item de segurança adicional proporcionado pelo ABS pode contribuir positivamente para o cálculo do prêmio, refletindo menor probabilidade de acidentes decorrentes de frenagens impulsivas em determinadas condições de pista. Ainda assim, cada caso é avaliado de forma individual pela seguradora, que pode exigir dados adicionais, como o histórico de condução, a instalação de dispositivos de segurança e as medidas de proteção do veículo.

Cuidados práticos para manter o valor da moto e reduzir riscos

Para preservar o valor de revenda e garantir uma condição segura para uso diário, vale adotar algumas práticas simples de manutenção e proteção. Realizar revisões periódicas, manter o manual e as peças originais sempre disponíveis, realizar inspeções de freios, suspensão, iluminação e sistema elétrico, ajuda a reduzir a probabilidade de sinistros. Além disso, adotar medidas de proteção contra furto, como estacionar em áreas seguras, utilizar trancas de qualidade, e, quando possível, instalar dispositivos de segurança adicionais, costuma influenciar positivamente a percepção de risco pela seguradora. A proteção de itens como capacete, luvas e outros equipamentos também é parte do cuidado com o usuário e com o veículo, contribuindo para uma experiência mais segura e planejada.

Outro aspecto relevante é manter a documentação em dia: certificar-se de que o DUT (Documento Único de Trânsito) e