| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 12.410,00 |
| Jan/26 | R$ 12.450,00 |
| Dez/25 | R$ 12.257,00 |
| Nov/25 | R$ 12.090,00 |
| Out/25 | R$ 12.267,00 |
| Set/25 | R$ 12.327,00 |
| Ago/25 | R$ 12.597,00 |
| Jul/25 | R$ 12.822,00 |
| Jun/25 | R$ 12.828,00 |
| Mai/25 | R$ 13.201,00 |
| Abr/25 | R$ 12.728,00 |
| Mar/25 | R$ 12.717,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação da Yamaha XTZ 250 LANDER 2010, incluindo as versões BlueFlex e ABS
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de reposição de veículos usados, incluindo motocicletas. Embora comumente associada a automóveis, a FIPE também consolida valores para motos de maneira periódica, servindo como base para seguros, financiamentos e negociações de compra e venda. No caso específico da Yamaha XTZ 250 LANDER 2010 — com as variantes Land er BlueFlex e Land er com ABS — a tabela contempla tanto a cilindrada quanto as particularidades de cada versão, como sistemas de alimentação de combustível e recursos de segurança, para refletir melhor o estado do modelo no mercado de segunda mão. Este artigo explora como a FIPE trata esse conjunto de versões, qual é a importância da ficha técnica para o seguro e quais aspectos educativos considerar ao falar sobre avaliação de valor na prática de corretagem de seguros.
Ficha técnica essencial da Yamaha XTZ 250 LANDER (2010)
Abaixo, apresentamos uma visão compacta da ficha técnica que costuma interessar tanto quem busca entender o veículo quanto quem precisa embasar uma cotação de seguro. Observação importante: as especificações podem variar conforme a versão específica, país de venda e atualizações de fábrica. Sempre confirme na documentação oficial do exemplar ou na própria FIPE a configuração exata do seu veículo.

- Cilindrada: 249 cm³
- Tipo de motor: monocilíndrico, quatro tempos
- Sistema de alimentação: carburador nas versões mais tradicionais e injeção eletrônica (FI) em versões mais modernas ou atualizações de fábrica; a linha Land er BlueFlex tende a incorporar flexibilidade de combustível, quando disponível pela versão
- Transmissão: 5 velocidades
Além desses itens, outros parâmetros relevantes para o seguro costumam incluir peso em ordem de marcha, capacidade do tanque, tipo de freio (com ou sem ABS), suspensão e dimensões. Em particular, a presença de ABS na versão Land er com tecnologia de frenagem pode impactar aspectos de segurança e custo de repatriação em sinistros, influenciando, inclusive, o valor de referência utilizado pela seguradora para apólices de terceiros, compreensivas ou contra terceiros e/ou estendidas. Por essa razão, manter a ficha técnica atualizada é uma prática recomendada para quem administra ou contrata seguros da Yamaha XTZ 250 LANDER 2010.
A Yamaha: trajetória da marca e o espírito da XTZ
A Yamaha é uma fabricante com profunda identificação com motores e mobilidade, marcando presença global há décadas em diversos segmentos, desde motos esportivas até modelos de uso urbano e trilha. No Brasil, a marca consolidou reconhecimento pela confiabilidade de seus motores, pela praticidade de manutenção e pela rede de concessionárias que facilita o suporte técnico. A linha XTZ, de modo especial, reforça o DNA da marca em oferecer opções versáteis para quem busca desempenho aliado a versatilidade — seja em trajetos urbanos diários, estradas sinuosas ou aventuras off-road leves. A XTZ 250 LANDER, em particular, foi posicionada para o público que valoriza conforto de pilotagem, boa autonomia e componentes que equilibram robustez com comodidade. Ao falar de FIPE, essa tradição da Yamaha de oferecer motocicletas com bom custo-benefício costuma encontrar eco na avaliação de usados, desde que haja histórico de manutenção adequado e documentação em dia.
Por dentro da Tabela FIPE: como ela se aplica à XTZ 250 LANDER 2010
A Tabela FIPE funciona como um modelo de referência de mercado que agrega informações de veículos em condições típicas de uso — ou seja, com desgaste decorrente do tempo e com histórico regular de manutenção. Para a XTZ 250 LANDER 2010, o valor de referência definido pela FIPE considera aspectos como a versão (Land er, BlueFlex, ABS), o ano de fabricação, a configuração de motor e o estado geral do veículo. Este valor funciona como uma base para as seguradoras estabelecerem coberturas, limites e prêmios, além de servir de referência para clientes que desejam negociar a compra ou venda com maior previsibilidade. O objetivo educacional aqui é entender que a FIPE não é o preço exato de negociação; trata-se de uma métrica de referência que, sujeita a variações de mercado, pode ser ajustada conforme condições reais do exemplar específico, histórico de uso, padrões de manutenção e eventuais modificações — como itens de segurança adicionais ou upgrades realizados pelo proprietário.
Durante a avaliação para seguro, os profissionais costumam considerar componentes que influenciam a reputação de confiabilidade e o custo de reposição: itens de segurança (como o sistema ABS), estado do motor, consumos de combustível (BlueFlex ou gasolina/álcool), verificações de freios, suspensão, pneus, histórico de sinistros e a regularidade de inspeções e manutenções. Quando a FIPE aponta uma referência para a XTZ 250 LANDER 2010, a seguradora utiliza esse referencial como base de cobertura para a indenização em caso de sinistro, bem como para a determinação de franquias, limites e valores de reparo. Em síntese, a FIPE ajuda a alinhar expectativas entre o segurado, o corretor e a seguradora, proporcionando um critério objetivo para a precificação de seguros de veículos usados.
Princípios educativos para quem atua em corretagem de seguros
Para quem trabalha com seguros, compreender a relação entre o valor FIPE e a ficha técnica do modelo XTZ 250 LANDER 2010 é essencial para oferecer propostas transparentes e bem estruturadas. Algumas práticas úteis incluem:
- Verificar, sempre, a versão exata do exemplar: BlueFlex, ABS, ou sem esses recursos, para confirmar a configuração de motor, freios e sistema de combustível.
- Atualizar o estado de conservação: mantenha o histórico de manutenções, notas de serviço, substituições de peças importantes e evidências de conservação. Isso pode refletir positivamente no valor de referência utilizado pela seguradora.
- Incentivar a manutenção preventiva: itens como freios, suspensão e pneus em bom estado reduzem riscos de sinistro e podem impactar de forma favorável o prêmio.
- Especificar claramente o uso do veículo: uso urbano, viagens com frequência, ou atividades de lazer podem influenciar a avaliação de risco de seguro e, consequentemente, o custo da apólice.
Impacto de BlueFlex e ABS na avaliação de seguro
As variantes BlueFlex e ABS introduzem particularidades no conjunto de componentes que a FIPE leva em conta. O BlueFlex, ao disponibilizar flexibilidade de combustível, pode ser percebido positivamente pela estabilidade de operação e pela adaptação a diferentes combustíveis, o que influencia positivamente a avaliação de confiabilidade do veículo. Por outro lado, o ABS é um recurso de segurança que tende a reduzir o risco de colisões em situações de frenagem emergencial, e, consequentemente, pode impactar a percepção de risco da seguradora, refletindo, muitas vezes, em condições de prêmio mais favoráveis ou opções de cobertura com benefícios adicionais. Em todos os casos, o corretor deve acentuar que a existência de ABS não elimina a necessidade de condução segura nem substitui a responsabilidade do segurado; porém, ao constar na ficha técnica e na documentação, o recurso pode colaborar para uma avaliação de risco mais precisa e adequada à realidade do veículo.
