| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 26.909,00 |
| Fev/26 | R$ 26.643,00 |
| Jan/26 | R$ 26.380,00 |
| Dez/25 | R$ 26.720,00 |
| Nov/25 | R$ 27.267,00 |
| Out/25 | R$ 27.213,00 |
| Set/25 | R$ 27.350,00 |
| Ago/25 | R$ 27.080,00 |
| Jul/25 | R$ 26.813,00 |
| Jun/25 | R$ 26.696,00 |
| Mai/25 | R$ 26.593,00 |
| Abr/25 | R$ 26.346,00 |
Entenda como a Tabela FIPE orienta o seguro da Yamaha XTZ 750 S Tenere 1997
Para quem atua no mercado de seguros, compreender o que a Tabela FIPE representa para uma motocicleta clássica como a Yamaha XTZ 750 S Tenere, ano 1997, é essencial. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) fornece uma referência de preço de mercado que serve de base para cálculos, indenizações e avaliações de valor segurado. Embora o cálculo de prêmios dependa de diversos fatores, a referência FIPE oferece um parâmetro objetivo que ajuda a alinhar o preço de reposição, a cobertura adequada e as cláusulas de valor total ou de franquia. Este artigo, especialmente elaborado para interessados em seguros de motocicletas de passeio e off-road, destaca o papel da FIPE, detalha a ficha técnica da XTZ 750 S Tenere de 1997 e analisa como fatores históricos da marca, além de particularidades desse modelo, podem impactar a avaliação de risco e o custo da proteção. Tudo isso com foco educativo, para orientar o cliente na tomada de decisão informada durante a contratação de seguro.
Ficha técnica da Yamaha XTZ 750 S Tenere 1997
A Yamaha XTZ 750 S Tenere de 1997 é uma motocicleta que carrega o peso de uma linhagem de aventura. Embora as especificações possam apresentar pequenas variações entre unidades fabricadas para diferentes mercados, as características centrais costumam ser compatíveis com o que foi amplamente oferecido naquele período. Abaixo estão os itens-chave da ficha técnica, organizados para facilitar a consulta de quem está avaliando a viabilidade de seguro ou de reposição pela FIPE:

- Tipo de veículo: Motocicleta dual-sport (uso misto, urbano e fora de estrada leve a moderado).
- Deslocamento: próximo de 749 cm³ (carga de motor de ~750 cm³, típica do modelo).
- Sistema de alimentação: Carburadores (configuração típica para a época).
- Motor: 4 tempo, em linha, dois cilindros (paralelo), climatizado por ar.
- Transmissão: 6 velocidades, com embreagem em hidráulica ou convencional, conforme o conjunto.
- Estrutura: Quadro em aço, com característica de motonáutica off-road, adequado a longos percursos e trilhas leves.
- Filtro de ar: elemento de reposição padrão, compatível com o motor da época.
- Sistema de freios: discos na dianteira e traseira (configuração comum para motos dessa categoria), com ABS disponível apenas em versões específicas ou não oferecido conforme o ano/modelo no Brasil.
- Suspensão dianteira: garfos telescópicos com curso compatível ao estilo dual-sport, pensado para absorver irregularidades do piso.
- Suspensão traseira: conjunto de monoamortecedor ou sistema com balança, ajustável conforme o modelo exato, visando conforto em trilhas e estradas ruins.
- Capacidade do tanque: em torno de 21 a 23 litros, com reserva suficiente para percursos de média a longa distância.
- Peso: aproximadamente entre 190 kg (em seco) e 210–215 kg (com óleo, combustível e fluidos), dependendo da versão e do estado.
- Altura do assento: geralmente na faixa de 860 mm, com ergonômica pensada para piloto de diferentes estaturas.
- Medidas e rodas: rodas com aro dianteiro grande (comum em modelos dual-sport) e pneus mistos, para boa tração em asfalto e terra batida moderada.
- Sistema elétrico: 12 V, com bateria e componentes elétricos compatíveis com a arquitetura da década de 1990.
Observação importante: números exatos podem variar conforme o país, a configuração de fábrica, alterações de concessionárias locais e versões específicas para o ano modelo. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE para uma XTZ 750 S Tenere de 1997, é útil confirmar a especificação do exemplar exato, bem como a presença de eventuais modificações ou componentes originais. A fidelidade da ficha técnica facilita a identificação do perfil da moto e ajuda a estabelecer um patamar de indenização compatível com o mercado real, sem extrapolar o valor de reposição.
A marca Yamaha e a tradição de aventura
A Yamaha é uma das fabricantes mais reconhecidas no segmento de motocicletas, com uma história rica em inovação, tecnologia e desempenho. Fundada no Japão, a marca consolidou-se ao longo das décadas por meio de linhas que transcendem o simples transporte, buscando a experiência de condução, o desempenho estável e a confiabilidade. No universo das motos de duas rodas, a Yamaha tem um legado forte em modelos que dialogam com a exploração, o enduro, o rally e o turismo de longa distância. A XTZ 750 Tenere, em particular, representa o entrelaçamento entre robustez de estrada e vocação para trilhas, uma herança que dialoga com a mentalidade de quem encara viagens prolongadas e situações diversas de terreno.
Essa vocação se traduz em uma reputação de confiabilidade, disponibilidade de peças e uma rede de assistência que, historicamente, favorece a manutenção de modelos mais antigos. Para quem contrata seguro, a associação entre a marca e a qualidade percebida pode influenciar a percepção de riscos por parte das seguradoras. Peças sobressalentes, facilidade de manutenção e histórico de disponibilidade ajudam a manter a moto em estado adequado, o que, por consequência, pode impactar a avaliação de valor, a classificação de risco e as condições da apólice. Em termos gerais, modelos com boa reputação de durabilidade costumam apresentar menor variação de valor decorrente de manutenções regulares e disponibilidade de assistência técnica, fatores considerados na apuração de valor segurado pela FIPE e pelas seguradoras.
Como a Tabela FIPE serve de referência para seguros de motos
A Tabela FIPE funciona como um consolidado de valores médios observados no mercado, com coleta de dados de lojistas, concessionárias, seguradoras e entidades do setor. No contexto de seguros, esse índice atua como referência para:
- Definição do valor de reposição em caso de perda total ou sinistro grave.
- Cálculo do prêmio, pois muitas seguradoras utilizam o valor FIPE como base para o valor segurado.
- Acondicionamento da apólice com cláusulas de cobertura, já que o valor de referência influencia limites de indenização, franquias e acessórios.
- Ajuste anual ou periódico, acompanhando variações de mercado sem exigir nova avaliação individual da moto a cada renovação.
É importante frisar que a tabela FIPE não representa o preço de compra único de cada unidade. Dois fatores cruciais ajudam a compreender a diferença entre o valor FIPE e o valor de aquisição ou venda: o estado de conservação e a originalidade (se a moto permanece com peças originais de fábrica ou se sofreu modificações significativas). Além disso, eventos como quilometragem alta, histórico de sinistros, galeria de peças substituídas e disponibilidade de itens originais podem puxar o valor para cima ou para baixo, especialmente em modelos mais antigos como a XTZ 750 S Tenere 1997.
Fatores que influenciam o valor FIPE para motos antigas
Para quem atua no segmento de seguros, entender como o valor FIPE pode oscilar ao longo do tempo é fundamental para orientar clientes no ajuste de cobertura. Abaixo estão quatro aspectos que costumam exercer impacto relevante na prática diária de corretores e seguradoras:
- Conservação e histórico de manutenção: motos bem cuidadas, com manutenções em dia, tendem a apresentar valor FIPE mais estável e, frequentemente, mais próximo do custo de reposição no mercado atual.
- Originalidade versus modificações: alterações que não mantêm a originalidade de fábrica, como modificações de motor, suspensão ou visual, podem reduzir o valor de referência, pois tiram a moto de padrões padronizados pela FIPE.
- Quilometragem e uso: motos com uso misto, baixa ou alta quilometragem, refletem diferentes expectativas de desgaste. Em alguns casos, maior quilometragem reduz o valor de reposição, a menos que haja comprovação de manutenção excepcional.
- Mercado de peças e disponibilidade: para modelos de produção limitada ou com dificuldades de reposição de peças originais, o valor FIPE pode sofrer variações adicionais, pois a disponibilidade de peças impacta o custo de recuperação em caso de sinistro.
Esses fatores, combinados com a situação específica do veículo (ano, versão, estado de conservação e histórico de uso), ajudam a orientar a definição do valor segurado. O objetivo é equilibrar uma proteção adequada com um prêmio justo, sem subvalorizar a reposição nem superestimá-la, o que poderia gerar custos desnecessários para o segurado.
Impacto na apólice de seguro e boas práticas para o proprietário da XTZ 750 S Tenere 1997
Ao contratar ou renovar a apólice de seguro para uma Yamaha XTZ 750 S Tenere 1997, vale observar como o valor de referência FIPE influencia o contrato. Seguradoras costumam exigir documentação que comprove a condição atual da moto, especialmente quando se trata de modelos com mais de duas décadas. Boas práticas incluem manter cópias de manuais, histórico de manutenção, notas fiscais de peças originais e comprovantes de inspeção ou autorização para serviços de assistência técnica autorizada. Além disso, é recomendável manter a moto armazenada em local seguro, com alarmes, travas e, se possível, sistema de rastreamento, elementos que reduzem o risco de furto ou roubo e podem influenciar positivamente as condições da apólice.
Para clientes que desejam manter o alinhamento entre o valor FIPE e o preço de reposição, é útil revisar anualmente o valor segurado. Em modelos clássicos ou de uso esportivo, o valor de referência pode oscilar conforme o mercado e o estado da frota disponível. Um corretor de seguros pode orientar sobre a necessidade de ajuste do contrato, considerando de forma equilibrada a cota de indenização, as franquias e a cobertura de acessórios originais ou adicionais que possam influenciar o valor de reposição em caso de sinistro.
Boas práticas de gestão de risco para quem possui a XTZ 750 S Tenere 1997
Para maximizar a segurança financeira e a tranquilidade na operação de seguro, algumas ações simples ajudam a manter o valor de referência estável e a reduzir a probabilidade de perdas. Seguem quatro sugestões práticas:
- Manter histórico de manutenção completo e atualizado, com notas fiscais de peças originais sempre que possível.
- Preservar a originalidade dos componentes na medida do possível, evitando substituições não autorizadas que possam impactar o valor FIPE.
- Documentar modificações de melhoria que possam ser aceitas pela seguradora, pois alterações bem justificadas podem ser consideradas na apólice.
- Adotar dispositivos de proteção contra furto/roubo e rastreamento, que costumam reduzir o custo de prêmio e aumentar a proteção do veículo.
Essas medidas, aliadas à orientação especializada de um corretor de seguros, ajudam a manter a cobertura compatível com o valor de mercado da Yamaha XTZ 750 S Tenere 1997, assegurando que o cliente tenha tranquilidade na condução e na proteção financeira em caso de eventualidades.
Concluindo: o que considerar ao pensar na Tabela FIPE para a XTZ 750 S Tenere 1997
Ao avaliar a Tabela FIPE no contexto da Yamaha XTZ 750 S Tenere 1997, é fundamental equilibrar a prática com o real estado de conservação da moto. A FIPE funciona como um guia, não como um preço fixo para cada unidade específica. A história de uso, a manutenção, a originalidade, a quilometragem e as condições de armazenamento são fatores que influenciam o valor de reposição efetivo em uma eventual indenização. Com isso, a contratação de seguro se torna mais robusta: o valor segurado fica alinhado com o que efetivamente pode ser necessário repor, evitando tanto sob-proteção quanto superproteção, que podem gerar custos desnecessários e complexidades na hora de acionar a cobertura.
Ao planejar a proteção da XTZ 750 S Tenere 1997, procure uma avaliação séria com base na Tabela FIPE e na ficha técnica do exemplar. O objetivo é alcançar uma proteção condizente com o valor de mercado, levando em consideração o perfil de uso da motocicleta e as características do modelo. Para manter esse equilíbrio de forma eficiente, vale a pena solicitar orientação de um profissional que entenda as nuances do setor de seguros, a fim de assegurar que a apólice cubra adequadamente as suas necessidades sem surpresas futuras.
Para manter a proteção alinhada ao valor de mercado, faça uma cotação com a GT Seguros.
