| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 8.378,00 |
| Dez/25 | R$ 8.247,00 |
| Nov/25 | R$ 8.118,00 |
| Out/25 | R$ 8.159,00 |
| Set/25 | R$ 8.201,00 |
| Ago/25 | R$ 8.243,00 |
| Jul/25 | R$ 8.285,00 |
| Jun/25 | R$ 8.156,00 |
| Mai/25 | R$ 7.881,00 |
| Abr/25 | R$ 7.921,00 |
| Mar/25 | R$ 7.961,00 |
| Fev/25 | R$ 8.002,00 |
Guia da Tabela FIPE para a Yamaha YS 250 Fazer/ Fazer L Edition com Blueflex 2006: compreendendo valores, ficha técnica e impacto no seguro
Para quem atua no seguro de veículos, a Tabela FIPE é mais do que uma referência de compra ou venda. Ela funciona como um parâmetro de reposição para seguradoras, influenciando diretamente como é estabelecida a cobertura, o valor que pode ser indenizado em caso de sinistro e, muitas vezes, o valor de franquia ou de depreciação aplicado ao veículo. Quando falamos da Yamaha YS 250 Fazer, incluindo as versões Fazer L Edition e Blueflex 2006, a leitura da Tabela FIPE envolve entender que esse modelo específico tem particularidades que impactam tanto o custo de uma apólice quanto as opções de proteção disponíveis no mercado de seguros. A seguir, exploramos a ficha técnica resumida, o papel da marca Yamaha no cenário automotivo brasileiro e como a FIPE se traduz em decisões de seguro mais embasadas.
A ideia central é apresentar informações que ajudem proprietários, corretores e consumidores a tomar decisões informadas. A Tabela FIPE é atualizada periodicamente, refletindo mudanças do mercado, do estado de conservação dos veículos e de correções metodológicas realizadas pela instituição responsável. Para motos, especialmente modelos com edições especiais e configurações de combustível flex (Blueflex), é comum que as variações entre uma versão e outra resultem em pequenos ajustes de valores médios de mercado. Esses ajustes, por sua vez, ajudam a calibrar coberturas de indenização, cláusulas de valor de reposição e os cenários de sinistro. Por isso, compreender o que a FIPE representa para a Yamaha YS 250 Fazer permite que o segurado oriente suas escolhas de cobertura com mais clareza.

Ficha técnica simplificada da Yamaha YS 250 Fazer/ Fazer L Edition / Blueflex 2006
- Motor e alimentação: monocilíndrico de 249 cm³, 4 tempos, arrefecimento a ar, com configuração compatível a Blueflex (flexível para gasolina e etanol) e utilização tradicional de carburador na época de fabricação.
- Transmissão: caixa de 5 velocidades, embreagem operada por cabo, projetada para uso urbano e estradas com equilíbrio entre desempenho e economia.
- Peso e combustível: peso estimado na faixa de 140–150 kg, com tanque de combustível típico na faixa de 12 a 15 litros, conforme versão e ajuste de fábrica; o conjunto contribui para agilidade, manuseio e consumo em uso diário.
- Dimensões e chassi: desenho compacto com suspensão dianteira do tipo telescópica e suspensão traseira monoamortecada; rodas de aro geralmente 17 polegadas, proporcionando estabilidade e conforto em trajetos variados; o conjunto técnico é voltado para uma posição de pilotagem ergonômica para o dia a dia.
Observação importante: mesmo dentro da mesma linha Fazer, as edições L Edition ou Blueflex podem apresentar pequenas diferenças em itens de acabamento, capacidade de combustível, componentes de suspensão ou freios entre versões. Essas variações, ainda que sutis, podem influenciar a avaliação do valor de mercado pela FIPE e, consequentemente, o seguro. Por isso, ao solicitar a cotação, vale listar a versão exata (Fazer, Fazer L Edition, Blueflex 2006) para que o cálculo reflita o que está registrado no documento do veículo e no state de conservação apresentado pelo proprietário.
A Yamaha como marca: tradição de confiabilidade e inovação no Brasil
A Yamaha Motor Company, fabricante japonesa que consolidou presença global, tem no Brasil uma trajetória marcada por inovação aliada à confiabilidade. A linha Fazer, com o motor vertical de 249 cm³, foi uma referência no segmento de motocicletas esportivas-turismo de média cilindrada, combinando potência moderada com conforto e versatilidade para uso urbano e rodoviário. A presença de versões com Blueflex, ou seja, capacidade de rodar com gasolina ou etanol, demonstra a aposta da marca em adaptar-se às necessidades do mercado brasileiro, onde a disponibilidade de combustíveis pode variar conforme região e período.
Ao longo dos anos, a Yamaha investiu em rede de assistência técnica ampla, peças de reposição relativamente acessíveis e uma cultura de manutenção que favorece a longevidade de seus modelos. O resultado é uma base de usuários que tende a valorizar a confiabilidade ao longo do tempo, o que, por consequência, influencia a percepção da seguradora sobre o risco envolvido. Em termos de seguro, isso costuma se refletir em propostas com prontas de sinistros mais previsíveis, maior facilidade de avaliação de danos e reposição com peças originais, fatores que ajudam a definir coberturas mais estáveis e adequadas ao perfil de uso da Yamaha YS 250 Fazer.
Além disso, a marca tem investido em tecnologia de connected services e monitoramento de desempenho em determinados modelos, o que facilita, para alguns contratos, a inclusão de serviços adicionais (assistência 24h, carro reserva, guincho), mantendo o foco na proteção do veículo e no bem-estar do motorista. O ecossistema Yamaha reforça a confiança de muitos consumidores ao adquirir ou manter um veículo da marca, o que se traduz, também, em discussões mais equilibradas no momento de segurar a moto com opções que vão além da indenização simples, contemplando valor de reposição, assistência e proteção de acessórios originais.
Como a Tabela FIPE impacta o seguro da Yamaha YS 250 Fazer
A Tabela FIPE funciona como uma referência de valores de mercado para veículos usados. Em seguros, esse índice serve como base para estipular o valor de indenização em caso de sinistro total ou de reposição. Para motos, incluindo a Yamaha YS 250 Fazer na edição Blueflex 2006, a FIPE ajuda a padronizar o que seria o custo de um veículo novo em condições equivalentes, levando em conta depreciação, estado de conservação e atualizações de mercado ao longo do tempo. A partir desse referencial, as seguradoras definem o valor segurado: se a apólice oferece indenização integral, o valor de reposição costuma ter como referência o valor FIPE ajustado pela idade do veículo e seu estado de conservação, com o objetivo de evitar distorções entre o que o segurado pagou pelo veículo no passado e o que seria necessário para substituí-lo hoje.
É comum que contratos incluam cláusulas de depreciação para indenizações parciais, bem como a opção de “valor de reposição imediato” ou “valor de mercado” conforme a modalidade de seguro. Em linhas gerais, quanto mais fiel for o uso da FIPE na apólice, mais previsível fica o ajuste de sinistros. Mas vale lembrar: a FIPE é apenas uma referência. A seguradora pode considerar fatores adicionais, como estado de conservação, histórico de sinistros, quilometragem, modificações não originais e o tipo de cobertura escolhida (itens como roubo, colisão, incêndio, danos a terceiros, assistência 24h etc.). Por isso, entender o valor de referência da FIPE ajuda o cliente a questionar e a alinhar expectativas com o corretor, evitando surpresas ao acionar o seguro.
Para quem está buscando simulação ou elaboração de uma apólice, entender como a FIPE se relaciona com a versão específica da Yamaha YS 250 Fazer é essencial. Por exemplo, a diferença de valor entre uma versão com Blueflex e sem essa configuração pode influenciar o valor segurado, bem como o prêmio do seguro. Além disso, verificações de documentação, como o certificate de registro, manual do usuário, notas fiscais de manutenção e histórico de mudanças em peças originais, fortalecem a posição do segurado na hora de negociar coberturas. Em muitos casos, a periodicidade das atualizações da FIPE também impacta o momento de renovar o seguro, pois o valor de reposição pode aumentar com o tempo, pressionando o prêmio de renovação caso a apólice não seja ajustada.
Impactos práticos para o dia a dia do proprietário: o que observar na FIPE e no seguro
Primeiro, tenha clareza sobre o que a FIPE representa para o seu planejamento de seguro. Se você pretende manter a moto em circulação com seguradora que oferece indenização por reposição, o valor FIPE atualizado do mês anterior pode orientar o teto de cobertura contratado. Em casos de sinistro, a seguradora pode utilizar esse valor como referência, combinando com avaliações técnicas para ajustar o valor final de indenização. Em contrapartida, se a apólice utilizar o “valor de mercado” ou outro critério alternativo, a diferença entre FIPE e o valor acordado pode influenciar o reajuste da indenização ou o ajuste de prêmios ao longo do tempo.
Em termos práticos, alguns passos simples ajudam na proteção: manter documentação em dia, manter notas de manutenção que comprovem a boa condição da moto, registrar alterações apenas com peças originais ou de padrão equivalente, e manter a quilometragem atualizada para evitar divergências entre o estado declarado e o de uso real. Esses elementos ajudam a seguradora a aferir com maior precisão o valor de reposição, reduzindo riscos de conflitos no momento de uma eventual indenização. Além disso, manter uma boa convivência com a rede de assistência autorizada da Yamaha pode reduzir custos de reparo, melhorar a qualidade do serviço e, consequentemente, influenciar positivamente o perfil de seguro ao longo do tempo.
Outra consideração prática envolve a escolha da modalidade de seguro. Modelos da Yamaha, como a YS 250 Fazer, podem se enqu
